Acredita em ti…

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Descansa homem pousa as armas com que te combates a ti próprio num duelo destrutivo em que o inimigos és tu e as pessoas que mais te amam. Sai dessa teia em que te enredas cada vez mais até ao triste fim num egocentrismo de mentira e manipulação doentia. Baixa os braços e rende-te a ti próprio és o teu maior inimigo sem o perceberes ou sem o quereres ver, contigo levas ao fundo do caos o mundo ao teu redor…muda… é o caminho da decisão firme que te trará a paz…Acredita em ti…
Proposta musical
 
 Jim Morrison The Doors, o Rei Lagarto. O génio poético e musical que se autodestruiu, uma vida de 27 anos, dai se calhar o Mito. Quantos poemas por escrever, quantos discos por gravar…enfim mais uma vitima de si mesmo. A doença da adição é transversal a todo o ser humano, Jim foi mais uma vitima. “Live fast and Die young”. Jim transportava as palavras com um sofrimento atroz dentro de si e nunca conseguiu lidar com os sentimentos por elas transportados, deixou-se vencer por eles e privou o mundo do resto do seu talento, consumido pelo egoísmo doentio característico da personagem decadente altamente alienada pelos consumos. Como tantos outros, mas com uma diferença a maior parte morre abandonada numa valeta ou numa casa de banho asquerosa e ninguém se lembra deles, são os anónimos, vitimas de si próprios. Outros como Jim Morrison fazem da sua própria desgraça o mito de uma geração, porque foram sobredotados, mas no fundo profundamente frágeis e doentes como tantos outros vitimas de si próprios que não tiveram a oportunidade ou a coragem de pedir ajuda e mudar o rumo da sua vida. Essa condição potencia a sensibilidade e bem gerida na pessoa consegue dar frutos, pois a hipersensibilidade é uma mais-valia na criação artística. Há vários exemplos de artistas que conseguiram interromper o ciclo autodestrutivo e prolongar as suas carreiras e por consequência a sua vida, mas hoje e aqui quero recordar o talento e o vulcão Jim Morrison e a “Obra Prima” An american Prayer, na minha opinião o melhor disco dos Doors. O ponto de maior maturidade Musical e Lírica de Jim Morrison e dos Doors, disco gravado entre 1969 e 1970 e lançado apenas em 1978, sete anos após a morte de Jim Morrisson.. Boa escuta…