As grandes digressões internacionais continuam a liderar a economia da música ao vivo, segundo dados recentes da Pollstar. Em vários mercados, as receitas de concertos já ultrapassam de forma consistente os valores registados antes da pandemia.

Este crescimento está ligado ao aumento da escala das produções, com espetáculos cada vez mais tecnológicos e imersivos. O público responde com bilhetes esgotados e maior disponibilidade para pagar experiências diferenciadas.

O concerto volta assim a ocupar o centro da indústria musical. Num contexto de saturação digital, o palco reafirma-se como espaço de valor cultural e económico.