Mário Mata regressa com novo disco e assinala 30 anos de carreira

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Afastado dos grandes circuitos comerciais – em parte por opção, em parte por força das circunstâncias – Mário Mata conta já com trinta anos de actividade como músico, apesar de ter publicado, durante este período, apenas cinco discos de originais: Não Há Nada P’ra Ninguém (LP, Polygram, 1981), Não Mata Mas Mói (LP, Polygram, 1982), Deixós Poisar (LP, Discossete, 1986), Somos Portugueses (CD, Vidisco, 1994) , Dupla Face (CD, Ovação, 2004) e Sinais do Tempo (Edição de Autor, 2012).
Ao longo dos 30 anos que se seguiram, Mário Mata continuou a fazer música e a cantar, mas algumas vicissitudes artísticas tornaram mais esparsa a sua produção discográfica. Regressa agora, com um CD que vai decerto surpreender toda a gente – pela novidade, pela qualidade dos temas e pela excelência dos participantes. E que, ao mesmo tempo, traz de volta o “velho” Mário, renovado, mas fiel àquilo que sempre foi: um espírito rebelde e insubmisso, atento, mas nunca venerador, nem obrigado.

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