Uma nova etapa começa a ganhar forma na trajetória de Mafalda Costa. Depois de anos a criar sob o alter ego Mathilda, a artista portuguesa regressa agora ao seu próprio nome e apresenta “Não Há Nada”, o primeiro capítulo desta mudança artística e pessoal.

O lançamento marca também a estreia de uma fase criativa totalmente cantada em português, uma escolha que aproxima ainda mais a artista do centro emocional das suas canções e da forma como quer comunicar com o público.
Um regresso ao nome próprio
Mafalda Costa iniciou o seu percurso musical muito cedo. Aos 17 anos apresentou-se ao público como Mathilda, identidade artística sob a qual desenvolveu os primeiros passos na composição e gravação.
Em 2019 lançou o álbum “Changing Colours”, trabalho que chamou a atenção da crítica e foi distinguido pela revista BLITZ como um dos melhores álbuns portugueses desse ano. O disco abriu caminho para uma intensa atividade ao vivo, com dezenas de concertos em salas e festivais dentro e fora de Portugal.
O caminho até MAFALDA
Nos anos seguintes, Mafalda continuou a explorar novas possibilidades musicais. Uma das experiências marcantes desse percurso foi a colaboração com o projeto St. James Park, que ampliou o seu universo sonoro e permitiu experimentar diferentes ambientes criativos.
Essa fase funcionou também como um período de transição. Aos poucos foi surgindo a necessidade de regressar ao essencial e assumir o próprio nome como identidade artística. Em 2026 essa decisão torna-se oficial com o nascimento de MAFALDA.
“Não Há Nada”, uma canção de memória e aceitação
O single de estreia desta nova fase chama-se “Não Há Nada”. Produzida por André Júlio Turquesa, a música conta ainda com a colaboração de Iúri Oliveira nas percussões.
A composição assume um tom quase declamado, conduzindo o ouvinte por imagens que parecem surgir de memórias distantes e ao mesmo tempo muito presentes. Entre aquilo que se quebra e o que fica para trás, a canção constrói um espaço de escuta, reflexão e perdão.
Um novo capítulo artístico
“Não Há Nada” surge acompanhado por um videoclipe realizado por Leonardo Sol, reforçando a dimensão visual e narrativa desta nova etapa.
Mais do que apenas um novo lançamento, o single funciona como uma afirmação de identidade. Mafalda regressa agora ao seu próprio nome e à sua língua, procurando respostas dentro de si e reconciliando-se lentamente com o passado enquanto abre caminho para o futuro.
No centro deste processo está uma vontade simples e direta. Ser apenas MAFALDA.

