4 histórias surpreendentes que revelam o lado B da música

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Por detrás dos discos e das canções que atravessam gerações existem episódios quase improváveis, pequenos acasos e obsessões pessoais que ajudam a explicar porque certos artistas acabaram por se tornar figuras únicas. Algumas destas histórias parecem inventadas, mas fazem parte do lado menos visível da música.

 

David Bowie mudou de nome para evitar confusões

David Bowie nasceu David Jones, mas decidiu procurar outra identidade artística para não ser confundido com Davy Jones, vocalista dos The Monkees. A escolha recaiu sobre Bowie, inspirado na famosa faca Bowie. Uma decisão aparentemente simples acabou por dar origem a um dos nomes mais reconhecidos da história da cultura popular.

Radiohead foram buscar o nome aos Talking Heads

Antes de serem Radiohead, Thom Yorke e companhia chamavam-se On A Friday, numa referência ao dia da semana em que ensaiavam. A mudança aconteceu em 1991 e foi inspirada em “Radio Head”, tema dos Talking Heads incluído no álbum True Stories. O nome acabou por acompanhar a transformação da banda numa das formações mais influentes das últimas décadas.

Freddie Mercury falava com os seus gatos durante as digressões

Freddie Mercury tinha uma relação especial com os seus gatos. Durante as viagens dos Queen, o cantor telefonava regularmente para casa para ouvir os animais através do auscultador. O amor pelos felinos era tão grande que Delilah, uma das suas companheiras de quatro patas, inspirou uma canção incluída em Innuendo, lançado em 1991.

Daft Punk transformaram uma crítica em identidade

Thomas Bangalter e Guy-Manuel de Homem-Christo não começaram logo por esconder os rostos. O nome Daft Punk surgiu depois de uma revista britânica descrever a música do projeto como “daft punky trash”. Em vez de ignorarem a expressão, os franceses apropriaram-se dela. Anos mais tarde, os capacetes robóticos transformariam essa identidade num dos símbolos mais reconhecíveis da música eletrónica.

Entre coincidências, paixões improváveis e decisões tomadas quase por acaso, a história da música continua cheia de pequenos detalhes que ajudam a explicar porque certos artistas acabaram por deixar uma marca muito maior do que as suas próprias canções.

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