O novo álbum dos Bateu Matou chega a 30 de outubro. Dois dias depois, a banda regressa à Casa Capitão, em Lisboa, para a quinta edição de O Nosso Baile, naquele que será o último encontro do ano com este formato.
A proximidade entre as duas datas não é apenas uma questão de calendário. O disco chega quando a banda já tem preparado um espaço onde as novas canções podem encontrar imediatamente o corpo e o movimento de quem está do outro lado do palco.
Um álbum que chega directamente ao baile
O Nosso Baile nasceu da própria identidade dos Bateu Matou. É um lugar pensado para a música ser vivida em conjunto, com a dança no centro e o público a fazer parte do acontecimento.
É essa relação entre palco e pista que torna esta quinta edição particularmente interessante. O novo álbum é lançado a 30 de outubro e, a 1 de novembro, os Bateu Matou voltam a encontrar o público num espaço que desde o início esteve ligado à ideia de comunhão que atravessa o projecto.
Não é apenas mais uma data da agenda. É o momento em que um disco acabado de chegar passa para o lado físico da música.
O baile também se constrói com canções que já conhecemos
O alinhamento recupera clássicos dos Bateu Matou e inclui também temas de EP1, editado no início deste ano.
Entre as canções estão “Vou Pó Baile”, “Pomperó” e “Olinda”, temas que já fazem parte da história recente da banda e que encontram em O Nosso Baile um contexto particularmente natural.
A lógica mantém-se: música para ouvir, mas também para dançar. No universo dos Bateu Matou, o baile não aparece como cenário exterior às canções. Está dentro delas.
O Nosso Baile é parte da história dos Bateu Matou
Chega-se à quinta edição com uma ideia que permanece desde o início: criar um espaço onde todas e todos possam participar.
A palavra comunidade surge inevitavelmente quando se fala de O Nosso Baile, mas talvez seja a dança que melhor traduza aquilo que acontece ali. Pessoas diferentes entram no mesmo ritmo, ocupam o mesmo espaço e transformam um concerto numa experiência colectiva.
É também por isso que o regresso acontece poucos dias depois do lançamento do novo álbum. As canções podem ser novas, mas o lugar onde serão recebidas já tem uma identidade própria.
1 de novembro é dia de baile
O Nosso Baile acontece a 1 de novembro, na Casa Capitão, em Lisboa. O concerto começa às 16h e será o último baile do ano.
Os bilhetes custam 19,50 euros para o público geral e 6 euros para crianças dos 6 aos 12 anos.
O novo álbum chega primeiro. Dois dias depois, os Bateu Matou põem-no no lugar onde a sua música faz mais sentido: entre pessoas, ritmo e dança.
Informação
Bateu Matou – O Nosso Baile
1 de novembro de 2026
Casa Capitão, Lisboa
Concerto: 16h
Adultos: 19,50€
Crianças dos 6 aos 12 anos: 6€
