Tiago Matias: Som e a Visão sobre o Futuro da Música nos Açores
Num arquipélago onde criar implica quase sempre fazer mais com menos, há profissionais que constroem o seu percurso nos bastidores.
Num arquipélago onde criar implica quase sempre fazer mais com menos, há profissionais que constroem o seu percurso nos bastidores.
Crescer artisticamente numa ilha exige mais do que talento. Exige resistência, visão e uma capacidade rara de não desaparecer.
Algumas músicas não se limitam a tocar, ocupam espaço. Ficam a ecoar mesmo depois do silêncio.
O fado português volta a ganhar tração no circuito internacional num momento em que a exportação cultural existe.
O pós-punk britânico já viveu mais do que uma vida. Nasceu como reação ao punk, tornou-se laboratório de experimentação
Durante anos falou se do fim do download pago como se fosse inevitável. O streaming tomou conta das conversas, das…
Nem sempre percebemos o peso de uma canção até ela voltar a soar muitos anos depois. Às vezes é só…
Há canções que envelhecem. E há canções que mutam, que se transformam em novas criaturas cada vez que um produtor…
Há géneros que vivem de atmosfera. O Trip Hop é um deles. Nasceu da tensão urbana, da melancolia lenta, da…
Há qualquer coisa a mexer. Não é um movimento, não é uma cena organizada, não é um som específico. É…
O Jazz em Agosto volta a aparecer ali no meio do barulho todo dos anúncios internacionais. Não faz grande alarido.…
Há músicas que se organizam como cidades bem planeadas, com ruas previsíveis e destinos claros. E há o free jazz,…