Há projetos que começam com um nome, um rosto e uma história para contar. Eu, Tu e o Outro escolhe fazer o contrário. O novo projeto português apresenta-se sem protagonistas, colocando as canções no centro e deixando para segundo plano quem as criou.
A música começou a ganhar forma no quarto de alguém e foi sendo escrita e amadurecida sem pressa. Ao longo de dois anos, as gravações passaram por diferentes partes do mundo, reunindo as pessoas certas em diferentes momentos do processo. O resultado será apresentado gradualmente, através de um ciclo de seis singles.
Uma ideia construída sem pressa
A ausência de protagonistas é uma decisão artística, não apenas uma opção de comunicação. Em Eu, Tu e o Outro, a intenção é que a atenção recaia sobre a música e não sobre a imagem, a personalidade ou a exposição de quem está por trás dela.
O projeto parte também de uma relação muito concreta com as canções: a música como presença na vida, capaz de acompanhar momentos diferentes, provocar emoções e permanecer na memória. A ambição passa por conseguir que pelo menos uma das canções do projeto adquira esse significado para quem a ouvir.
Musicalmente, Eu, Tu e o Outro move-se entre o dark pop, o alternativo e o rock, mantendo uma identidade que será revelada progressivamente.
“Contraste” abre o Ciclo I
O primeiro passo acontece a 11 de setembro de 2026, com o lançamento de “Contraste”. O single inaugura o Ciclo I, composto por seis canções que serão disponibilizadas individualmente ao longo dos meses seguintes.
A sequência começa com “Contraste”, seguindo-se “Lobo Mau”, a 23 de outubro, “Boreais”, a 27 de novembro, “Nada”, a 15 de janeiro de 2027, “O Monstro”, a 19 de fevereiro, e “Birra”, a 26 de março.
Em vez de apresentar tudo de uma vez, o projeto opta por construir a sua identidade canção a canção. É uma escolha coerente com a própria ideia de Eu, Tu e o Outro: primeiro ouvir, depois descobrir.
Ficha
Origem: Portugal
Género: Dark pop / Alternativo / Rock
Distribuição: DistroKid
Formato: Singles, 2026–2027
