Carminho leva novo álbum às grandes salas da Europa

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O novo álbum de Carminho ganha dimensão ao vivo com uma digressão que atravessa algumas das salas mais prestigiadas da Europa e do Brasil. Eu Vou Morrer de Amor ou Resistir não surge apenas como mais um capítulo na discografia da artista. Surge como um gesto de afirmação, pensado para palco, para corpo, para presença.

 

Lisboa abre caminho para uma nova fase

O arranque acontece em casa. Dias 1, 2 e 3 de maio, o Coliseu dos Recreios recebe três noites que funcionam quase como manifesto. Não é apenas apresentação de repertório novo. É um teste direto à intensidade emocional que este disco carrega.

Há uma expectativa clara. Como é que este equilíbrio entre tradição e risco se traduz em palco?

Um percurso europeu de peso

A rota internacional não deixa margem para dúvidas sobre o posicionamento desta digressão. Passagens pelo Casino Bern, Müpa Budapest e a histórica Wiener Konzerthaus colocam Carminho num circuito de excelência.

Mais do que datas, são contextos. Salas com acústica exigente, públicos atentos, tradição forte. É aí que o fado ganha outra escala.

Regresso a Portugal com paragem no Porto

Depois do percurso internacional, o regresso faz-se com passagem pelo Coliseu do Porto a 6 de junho. Um espaço que pede intensidade, proximidade e entrega total.

O Porto tem histórico com este tipo de concertos. E este promete não fugir à regra.

Europa e Brasil consolidam a dimensão global

Madrid no Teatro Real, Bruxelas, Bilbao, Londres e Barcelona reforçam uma presença consistente no circuito europeu. A digressão estende-se ainda ao Brasil, com várias cidades incluídas.

No palco, o novo disco vive de tensão controlada. Tradição e experimentação cruzam-se sem pedir licença. O resultado não é confortável. Nem pretende ser.

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