Há canções que não precisam de apresentação quando começam a ser cantadas por uma sala inteira. É nesse território que A Resistência vai volta a encontrar o público em janeiro de 2027, com dois Concertos de Ano Novo: 23 de janeiro no Coliseu Porto Ageas e 30 de janeiro no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.
Depois de um ano marcado por uma extensa presença nos palcos portugueses, a banda regressa aos dois Coliseus para continuar uma tradição que ganhou espaço próprio no seu calendário. Janeiro tornou-se, para A Resistência, um momento de reencontro com um repertório que atravessa diferentes gerações e continua a ser reconhecido muito para além do momento em que foi gravado.
O repertório é parte da história
Em 2026, A Resistência assinalou 35 anos de percurso. Mais do que uma marca no calendário, o número ajuda a perceber a dimensão de um projecto que continua a viver sobretudo através das suas canções.
“Não Sou o Único”, “Nasce Selvagem”, “A Noite” e “Amanhã é Sempre Longe Demais” fazem parte desse território comum. São canções de diferentes autores e épocas que A Resistência incorporou através de uma formação onde as vozes e os instrumentos acústicos têm um papel central.
É também aí que está uma das características mais fortes da banda: não se limita a recuperar canções conhecidas. Reorganiza-as, junta diferentes vozes e cria uma leitura colectiva que acabou por se tornar parte da identidade d’A Resistência.
Dos palcos de verão aos Coliseus
A Resistência passou 2026 entre diferentes palcos de norte a sul do país. Nos Coliseus, o contexto é outro.
As salas permitem concentrar a atenção no repertório e na relação entre os músicos e a plateia. É nesse ambiente que os Concertos de Ano Novo encontram a sua particularidade, recuperando canções conhecidas e abrindo espaço para outras.
No início de 2026, a banda apresentou também novos temas no repertório durante os concertos nos Coliseus. O gesto é importante porque mostra que uma história com mais de três décadas não precisa de ficar presa ao passado.
Janeiro volta a ser o ponto de partida
Os Concertos de Ano Novo de 2025 e 2026 esgotaram os Coliseus do Porto e de Lisboa. Em 2027, A Resistência regressa aos mesmos palcos para continuar esse encontro anual.
O primeiro concerto acontece a 23 de janeiro, no Coliseu Porto Ageas. A 30 de janeiro, a banda segue para o Coliseu dos Recreios, em Lisboa.
Duas salas, duas noites e um repertório que dispensa grandes explicações quando chega o momento de ser cantado.
Porque algumas canções já não pertencem apenas a quem as escreveu ou gravou. Pertencem também a quem as aprendeu, guardou e continua a cantar.
Ficha
A Resistência
Alexandre Frazão – bateria
Fernando Cunha – voz e guitarra de 12 cordas
Fernando Júdice – baixo elétrico
José Salgueiro – percussão
Mário Delgado – guitarras
Miguel Angelo – voz
Olavo Bilac – voz
Pedro Jóia – guitarra clássica
Tim – voz e guitarra de 6 cordas
23 de janeiro de 2027
Coliseu Porto Ageas, Porto
30 de janeiro de 2027
Coliseu dos Recreios, Lisboa
