Depois de apresentar “My Guy”, Sam Smith volta a mostrar uma nova faceta de Hazel Eyes. O novo single, “Oh Mother”, mergulha nas emoções da perda, da proteção e do amor maternal, reforçando a expectativa para aquele que promete ser um dos discos pop mais pessoais do artista. O quinto álbum de estúdio chega a 21 de agosto e já se encontra em pré-venda.
Se o primeiro avanço do álbum celebrava a descoberta de um amor correspondido, “Oh Mother” segue um caminho diferente. A nova canção nasce da dor provocada pela traição, mas encontra na figura materna um símbolo de força, proteção e conforto. O resultado é uma composição carregada de emoção, onde a interpretação vocal de Sam Smith ganha uma dimensão ainda maior graças à participação do The TwoCity Chorus.
Um coro que dá voz à força maternal
O The TwoCity Chorus, composto por 28 elementos, assume um papel central em “Oh Mother” e participa em vários momentos de Hazel Eyes. A sua presença não serve apenas como reforço vocal. Funciona como uma personagem dentro da narrativa construída por Sam Smith.
Segundo o artista, o coro representa “a fúria de uma mãe ao testemunhar a traição sofrida pelo filho”, evocando uma energia feminina quase espiritual. Entre essas vozes encontra-se também Dante, amigo próximo de Sam Smith e uma das figuras que desempenhou um papel maternal importante durante os seus vinte anos, acrescentando um significado ainda mais pessoal à canção.
Musicalmente, o tema cresce de forma gradual. O piano conduz os primeiros momentos antes de dar lugar a guitarras distorcidas, palmas marcadas e arranjos de cordas assinados por Gabe Noel, criando um crescendo emocional que culmina num poderoso diálogo entre Sam Smith e o coro.
Hazel Eyes promete mostrar uma nova maturidade artística
Com lançamento marcado para 21 de agosto, Hazel Eyes representa o quinto álbum de estúdio de Sam Smith e sucede a Gloria, editado em 2023 e responsável pelo êxito mundial “Unholy”, em colaboração com Kim Petras.
Ao longo de três anos de produção, o artista reuniu um núcleo restrito de colaboradores para construir um disco que privilegia instrumentos gravados ao vivo e uma abordagem mais orgânica. A coprodução ficou a cargo de David Odlum e Simon Aldred, enquanto nomes como Feist, Shahzad Ismaily e o arranjador Rob Moose contribuíram para expandir o universo sonoro do álbum.
Além de “Oh Mother” e “My Guy”, o alinhamento inclui ainda os temas já conhecidos “Love Is A Stillness” e “To Be Free”, reforçando a ideia de um álbum onde a intimidade emocional ocupa o lugar central.

Uma nova etapa que também passa pelos palcos
A chegada de Hazel Eyes será acompanhada por uma série de concertos que procuram aproximar Sam Smith do público. Depois das residências iniciadas em Brooklyn, a digressão segue durante agosto para o México, com atuações em Guadalajara e na Cidade do México.
Em setembro, o artista regressa ao Reino Unido para uma nova residência, com concertos em Manchester e no histórico London Coliseum, marcando a primeira série de espetáculos de várias noites no país desde a digressão de Gloria.
Mais do que apresentar novas canções, este novo ciclo revela um Sam Smith interessado em explorar diferentes formas de contar histórias. Se “My Guy” mostrava a felicidade de um amor encontrado, “Oh Mother” recorda que as emoções mais profundas continuam a ser o território onde a voz do artista encontra a sua maior força.
