Entrevista

Carnification: três décadas de resistência, perdas e death metal nos Açores

Poucas bandas portuguesas podem contar uma história tão longa e atribulada como os Carnification. Formados nos Açores no início dos anos 90, os pioneiros do death metal melódico atravessaram...

Sofia Silva & Code chegam ao North Wave 2026 e mostram um dos nomes açorianos em maior crescimento

Alguns projetos crescem depressa e desaparecem à mesma velocidade. Outros preferem construir o caminho sem atalhos. É nessa segunda categoria que se encontra SOFIA...

iNWATER: “A banalidade e a facilidade podem tornar-se atalhos perigosos para a criação artística”

Num tempo em que a velocidade parece valer mais do que a profundidade, os iNWATER seguem um caminho diferente. A banda lisboeta tem vindo...

Dixit: “O rock de intervenção continua vivo. Basta procurar”

Há bandas que fazem da longevidade um feito. Os Dixit fizeram dela uma missão. Trinta e três anos depois dos primeiros ensaios, a banda...

Daniela Silveira: “O problema nunca foi a falta de talento, mas o acesso às ferramentas certas”

A cultura açoriana vive há muito tempo um paradoxo difícil de ignorar. Existem artistas, associações e projetos com qualidade reconhecida, mas o acesso a...

Mário Raposo: «A música continua a ser um refúgio e um verdadeiro bálsamo»

A história da música eletrónica nos Açores tem nomes que surgem com frequência quando se fala de pioneirismo, mas poucos percursos atravessam tantas décadas...

Meu General: “Estamos sujeitos a constantes estímulos que nos dividem enquanto pessoas”

Entre a urgência do presente, a dúvida permanente e a necessidade de continuar a avançar, os Meu General preparam o lançamento de A Programação...

“Amor e Magia”: Sarah Negra fala sobre corpo, espiritualidade e liberdade no novo álbum

Entre poesia, performance, espiritualidade e canções que parecem nascer de um estado quase ritual, Sarah Negra construiu em Amor e Magia um dos discos...

Ricardo Cabral: “Tem de haver mais respeito pelos músicos açorianos”

Durante décadas, Ricardo Cabral viveu a música açoriana de vários lados diferentes. Tocou bateria, montou som, criou estruturas, acompanhou artistas, produziu eventos e assistiu...