Entrevista

SemprAleste: “O crescimento que nos interessa é o orgânico, aquele que se conquista na estrada”

Numa altura em que os números parecem valer mais do que as canções, os SemprAleste continuam a seguir um caminho diferente. A banda de Sintra acaba de lançar "Já...

iNWATER: “A banalidade e a facilidade podem tornar-se atalhos perigosos para a criação artística”

Num tempo em que a velocidade parece valer mais do que a profundidade, os iNWATER seguem um caminho diferente. A banda lisboeta tem vindo...

Dixit: “O rock de intervenção continua vivo. Basta procurar”

Há bandas que fazem da longevidade um feito. Os Dixit fizeram dela uma missão. Trinta e três anos depois dos primeiros ensaios, a banda...

Daniela Silveira: “O problema nunca foi a falta de talento, mas o acesso às ferramentas certas”

A cultura açoriana vive há muito tempo um paradoxo difícil de ignorar. Existem artistas, associações e projetos com qualidade reconhecida, mas o acesso a...

Mário Raposo: «A música continua a ser um refúgio e um verdadeiro bálsamo»

A história da música eletrónica nos Açores tem nomes que surgem com frequência quando se fala de pioneirismo, mas poucos percursos atravessam tantas décadas...

Meu General: “Estamos sujeitos a constantes estímulos que nos dividem enquanto pessoas”

Entre a urgência do presente, a dúvida permanente e a necessidade de continuar a avançar, os Meu General preparam o lançamento de A Programação...

“Amor e Magia”: Sarah Negra fala sobre corpo, espiritualidade e liberdade no novo álbum

Entre poesia, performance, espiritualidade e canções que parecem nascer de um estado quase ritual, Sarah Negra construiu em Amor e Magia um dos discos...

Ricardo Cabral: “Tem de haver mais respeito pelos músicos açorianos”

Durante décadas, Ricardo Cabral viveu a música açoriana de vários lados diferentes. Tocou bateria, montou som, criou estruturas, acompanhou artistas, produziu eventos e assistiu...

Sanctus Nosferatu estão de volta e “1.E4” mostra uma banda mais sombria, ambiciosa e imprevisível

O regresso dos Sanctus Nosferatu não soa a exercício de nostalgia nem a simples continuação de um percurso interrompido. “1.E4” aparece como uma jogada...